Discussão sobre a Av. Paulista – Boulevard

Transcrição da fala do Ricardo Young na sessão ordinária de 27/11: Original

O SR. RICARDO YOUNG (PPS) – (Sem revisão do orador) –

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Hoje de manhã estive num evento do Paulista Viva, do Rotary da região da Paulista e da OAB, onde discutíamos o papel da Av. Paulista no Plano Diretor Estratégico. Essa avenida talvez seja o espaço de maior identidade do paulistano. Quando o paulistano vai comemorar a vitória dos seus times, ele vai para aonde? Vai para a Av. Paulista. Quando há festa de Carnaval de rua, para aonde vai o paulistano? Vai para a Av. Paulista. Quando há comemoração de Natal e Ano-Novo? Vai para a Av. Paulista. Quando ele quer se manifestar democraticamente, para aonde que ele vai? Vai para a Av. Paulista. Portanto, a Av. Paulista é a própria alma da Cidade. Ser uma cidade multicêntrica não pode implicar na anulação, ou negligência, de um dos espaços mais importantes para a Cidade.

Nesse evento de dois dias foi discutido o futuro da Av. Paulista e ali foi colocada claramente a necessidade de se tombar a Av. Paulista como patrimônio da cidade de São Paulo, transformando-a num boulevard, segundo os princípios mais modernos de urbanismo e sustentabilidade.

Fica uma sugestão e uma provocação para os demais Colegas: vamos trazer a discussão sobre a Av. Paulista para o coração do Plano Diretor Estratégico, além da questão ambiental e da sustentabilidade, que lamentavelmente vem sendo desprezada.

Opinião:

Acredito que a proposta de criação do boulevard na Av. Paulista é uma ideia que beira a utopia em uma cidade como São Paulo, mas como já disse Eduardo Galeano “Para que serve a utopia? Serve para isso: para que eu não deixe de caminhar.”. Espero que essa ideia prospere, pois ela é muito boa e São Paulo merece um espaço assim.

@rafascarvalho

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Projeto: Táxi Compartilhado

Via: Ricardo Young

Bom dia! Táxi compartilhado em São Paulo: que tal ‘rachar’ a corrida?

Correr pra entrar na entrevista de emprego no horário marcado; chegar ao encontro com os amigos sem se atrasar (demais); não perder aquela peça de teatro pela demora no trânsito: tarefas difíceis para quem se move por São Paulo, seja de carro ou transporte público. Para não chegar atrasado e nem gastar uma fortuna atravessando a cidade, dividir um táxi pode ser a saída. Mas como fazer isso se andamos tantas vezes sozinhos?

Vereador da Câmara Municipal de São Paulo, Ricardo Young (PPS) elaborou um projeto de lei para incentivar o uso do táxi como um transporte público. “Já que circulam nos corredores de ônibus, os táxis devem ser melhor aproveitados, com custo mais baixo para a população”, formula o vereador.

A ideia do Táxi-Compartilhado é que os carros se cadastrem para complementar as linhas de ônibus e metrôs, auxiliando na diminuição do fluxo delas. Os trajetos serão pré-definidos e feitos próximos a terminais de ônibus, estações de metrô e locais de grande circulação, como shoppings centers.

Com uma tarifa definida por percurso, quem usar o táxi-compartilhado poderá “rachar” a cobrança com os outros passageiros. A conta é simples: quanto mais gente no carro, menor o custo para cada passageiro e menos carros estarão nas ruas carregando apenas uma pessoa. Para Young, a promoção do táxi compartilhado como política pública significa “oferecer uma alternativa para os causadores do congestionamento, que são os motoristas de carro.”

A proposta está tramitando na Câmara e deve ser votada ainda este ano. Young enviou o projeto para os gabinetes dos colegas na Casa em busca de assinaturas de co-autoria. A atuação suprapartidária, segundo ele, “visa a fortalecer as boas ideias do parlamento.”

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Opinião: Tive a oportunidade de usar algo semelhante em Santiago/Chile. Na verdade são táxis com itinerários pré-definidos e preço fixo, variável dependendo do trajeto. Você entra no carro e desde durante o trajeto (como se fosse um táxi comum). Acho a ideia muito válida e acredito que assim faz sentido você liberar o tráfego desses táxi nas faixas e corredores de ônibus. Vou encaminhar um questionário para saber detalhes do projeto.

@rafascarvalho

Lançamento da Frente Parlamentar pela Sustentabilidade

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“Protocolamos ontem o nosso primeiro projeto: a criação da Frente Parlamentar pela Sustentabilidade.

A Frente Parlamentar pela Sustentabilidade tem como objetivo reunir outros parlamentares e contribuir para a formação das bases sociais e políticas para a construção de uma nova São Paulo, sob o prisma da democracia e da sustentabilidade, com base no Programa Cidades Sustentáveis, priorizando a defesa da vida, de princípios e valores humanistas e a consciência ambiental.

As ações da Frente Parlamentar visam agregar conhecimento e articular a produção de conteúdos em torno de uma plataforma de convergência sobre os temais ligados à democracia e à sustentabilidade, envolvendo redes de instituições e de colaboradores.”

Fonte: https://www.facebook.com/ricardoyoungsilva

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Comentários: Conversei com o gabinete do vereador para descobrir quem são os vereadores que farão parte da Frente. Foi passado que ainda não há confirmação de quem participará, porém foi confirmada a participação do vereador Ari Friedenbach (PPS) e do vereador Gilberto Natalini (PV).

@rafascarvalho

Atualizado: 05/02/2013

Câmara terá Frente Parlamentar da Sustentabilidade

A iniciativa é do vereador Ricardo Young (PPS), que protocolou o pedido de criação da Frente na última quinta-feira. A Frente Parlamentar da Sustentabilidade será de livre adesão dos vereadores e deve se reunir para estudos e articulação de propostas com base no programa Cidades Sustentáveis, da Rede Nossa São Paulo. A primeira reunião do grupo já deve tratar o projeto que a Prefeitura encaminhou à Câmara propondo o fim da taxa da inspeção veicular.

A ideia é que o grupo possa aprimorar a legislação da cidade de forma transversal, incorporando critérios e diretrizes sustentáveis a leis importantes para a qualidade de vida em São Paulo. A Frente deve ainda fiscalizar as ações do Poder Executivo nesse sentido e mobilizar os cidadãos em torno dessas questões, estabelecendo também uma relação de cooperação e apoio a projetos da sociedade civil.

Até o momento, integram a Frente os vereadores: Abou Anni (PV), Andrea Matarazzo (PSDB), Ari Friedenbach (PPS), Aurélio Nomura (PSDB), Floriano Pesaro (PSDB), Gilberto Natalini (PSDB), José Police Neto (PSD), Juliana Cardoso (PT), Laércio Benko (PHS), Mário Covas Neto (PSDB), Nabil Bonduk (PT), Toninho Véspoli (PSOL) e Ricardo Young (PPS).