Ricardo Young na Comissão

Complementando as informações sobre a reunião da Comissão de Trânsito, Transporte, Atividade Econômica, Turismo, Lazer e Gastronomia.

O vereador se comprometeu a realizar uma Audiência Pública para discutir o papel dos Táxis.

@rafascarvalho

— Via Ricardo Young

Bicicleta, táxi e orçamento “faz-de-conta” movimentam agenda da Mobilidade Urbana na Câmara

Nas reuniões da Subcomissão de Mobilidade Urbana e da Comissão de Trânsito e Transportes da Câmara Municipal de São Paulo, realizadas hoje pela manhã, o vereador Ricardo Young (PPS) propôs o encaminhamento de temas como as verbas destinadas ao transporte público, o espaço dos táxis na cidade e o tratamento que será dado pela Prefeitura aos ciclistas.

400 km para as bicicletas

O vereador convidou a Secretaria de Transportes e a Companhia de Engenharia e Tráfego (CET) para discutir na Câmara a implantação de vias cicláveis na av. Paulista. Presidente da subcomissão, ele também sugeriu ao grupo uma visita à CET. A ideia é saber como o órgão pretende implantar 400 quilômetros de ciclovias em São Paulo até o fim de 2016, objetivo previsto no Plano de Metas do governo Haddad.
Young requisitou ainda esclarecimento ao Executivo sobre a não-regulamentação da lei 15.629/2012, que obriga estacionamentos e edificações a destinarem espaços reservados para as bicicletas estacionarem. “A lei foi sancionada no ano passado e ainda não vimos seu cumprimento efetivo”, justificou o vereador, que também se reunirá com um grupo de cicloativistas para ouvi-lo sobre essas questões.

Orçamento “faz-de-conta”

Outra questão importante discutida nas reuniões diz respeito ao repasse de verbas da Prefeitura às concessionárias responsáveis pelo transporte público na cidade. Ricardo Young propôs que a Comissão de Transportes investigue os déficits que se acumulam ao orçamento anual previsto pela gestão. “Me parece um jogo de faz-de-conta: aprova-se um orçamento de cerca de 600 milhões de reais no início do ano, mas sabe-se que essa verba se esgotará até agosto. Fica um orçamento falso e que, na verdade, custa mais. A Comissão precisa saber isso”, defendeu o vereador.

Táxis

Os taxistas também pautaram os trabalhos. Os vereadores discutiram sobre o papel do setor no transporte público e nas soluções de mobilidade urbana da capital. “A necessidade de universalização do transporte público é indiscutível, mas também temos que pensar no curtíssimo prazo que temos para usar o que já existe de forma eficiente. O táxi não concorre com o ônibus, mas com o transporte individual. Quando a classe média deixa o carro em casa para compartilhar um táxi, faz-se um serviço à cidade”, afirmou Ricardo Young.
O presidente da Associação dos Taxistas de São Paulo, Edson Senna, acompanhou as discussões e chamou atenção para as irregularidades nas concessões de alvarás para os táxis. Segundo ele, “diversas autorizações estão sendo concedidas sem nenhum critério, servindo a interesses que prejudicam a classe em larga escala”. Diante da denúncia, Young propôs a realização de uma audiência pública para discutir a situação desse meio de transporte na cidade. “Assumimos publicamente a responsabilidade de dar atenção aos requerimentos da classe, em função da complexidade do problema. Solicitaremos também a manifestação do Ministério Público para fiscalizar essa questão”, garantiu o vereador.

Conversa com Ricardo Young (1) – Diretrizes do Mandato

Ontem (15/01/2013) estive no gabinete do vereador para conversar sobre alguns pontos que achei importantes para este início de mandato. A conversa rendeu um áudio de quase 1 hora. Irei compartilhar algumas das minhas impressões da conversa, dividindo os temas conversados durante a conversa em alguns tópicos para não ficar cansativo. Ao final dessa série, irei disponibilizar o áudio completo da conversa.

No gabinete com o vereador

Hoje vou abordar sobre as diretrizes do mandato

Diretrizes do mandato

Questionei o vereador quanto às propostas apresentadas em campanha, onde foram discutidos conceitos amplos como sustentabilidade, ética, nova política, entre outros, e perguntei como se daria isso prática do mandato. Foi explicado que esses conceitos serão aplicados em todas as discussões dentro do parlamento. Como exemplo, o vereador explicou a posição que tomará sobre a proposta que o Executivo enviará sobre a Inspeção Veicular. Será levado em conta qual o impacto da proposta para a construção de uma cidade sustentável. Alguém que possui um veículo, já arca com gastos como estacionamento e lavagem de carro (exemplos usados pelo vereador), portanto arcar com uma taxa de cerca de R$ 50,00, que garantirá uma melhor qualidade de vida a todos, é viável. Além disso, o custo da “Não Inspeção Veicular” recairá sobre todos (quem tem carro e quem não tem), como maiores gastos com saúde. Outro exemplo apresentado se refere à liberação de alvarás irregulares para alguns empreendimentos imobiliários. Para que isso não ocorra, se buscará uma solução onde a venda dos imóveis só ocorra após a liberação dentro de todos os órgãos.

Com estes exemplos, o vereador quis mostrar como se dará na prática a aplicação dos conceitos apresentados em campanha.

Esta havendo uma mobilização para o lançamento de uma Frente Parlamentar que irá abordar esses conceitos de sustentabilidade dentro da Câmara Municipal, o vereador participará dela.

 

@rafascarvalho